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PSI 20 recupera da pior sessão desde abril de 2010

Publicado 04.07.2013, 08:15
Atualizado 04.07.2013, 08:15

Investing.com - No rescaldo de uma quarta-feira "negra", a bolsa de Lisboa iniciou a sessão em terreno positivo, animada pelo cenário de um possível acordo entre os partidos da coligação governamental PSD-CDS.

Ontem a praça lisboeta registou uma quebra de 5,31%, a maior desde abril de 2010, fruto da instabilidade política instalada com o pedido de demissão apresentado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas.  O presidente do CDS-PP discordou da escolha de Maria Luís Albuquerque para suceder a Vítor Gaspar, que também pediu demissão, na pasta das Finanças.

Esta manhã, o PSI20 abriu a valorizar 0,97%, para os 5.287,09 pontos. À medida que a sessão avançava o principal índice da praça lisboeta consolidava os ganhos, subindo 2,33% para os 5.358,66 pontos, com 18 cotadas em alta e duas no vermelho.

O setor da banca, mais exposto ao risco da República, aliviou a pressão em Lisboa, com o BCP a recuperar do forte tombo de ontem, com uma valorização de 6,17% para os 0,086 euros. BPI e BES também apreciavam 5,82% e 5,69% para os 0,873 euros e 0,58 euros respetivamente. O Banif subia 5,06% para os 0,083 euros por ação.

Também em destaque pela positiva, os títulos da Mota-Engil apreciavam 5,63% para os 2,25 euros e a Sonae Indústria subia 6,67% para os 0,48%.  

A Semapa e o Espírito Santo Financial Group eram a exceção negociando no vermelho com quebras de 3,05% e 0,04% para os 6,43 e 5,218 euros respetivamente.

As negociações em curso, entre Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, com vista ao fim da crise e da instabilidade política instalada no país estão a contribuir para aliviar os juros da dívida entre 20 e 30 pontos-base em todas as maturidades.

A 10 anos, os juros estão em 7,24%, depois de ontem terem superado os 8,1%, acabando por terminar o dia abaixo de 7,5%. A taxa dos títulos a cinco anos desce 33 pontos-base para 6,34% e a dívida a dois anos segue com uma taxa implícita de 4,78%.

À espera da reunião do conselho de governadores do Banco Central Europeu, esta quinta-feira, as praças europeias aliviam da pressão sentida ontem. A situação que se vive em Portugal deverá ser um dos assuntos em cima da mesa, mas o encontro servirá para decidir alterações ou se as taxas de juro de referência se mantêm inalteradas.

Em maio, a taxa de juro para as principais operações de refinanciamento, o mecanismo ao abrigo do qual o BCE fornece a maior parte da liquidez ao sistema bancário, foi reduzida de 0,75% para 0,50%.

O índice Eurostoxx 50 subia 0,90% para os 2.593,81 euros. O CAC francês apreciava 0,97% e o FTSE londrino 0,88%, acompanhado de perto pela subida de 0,80% do DAX alemão. Atenas e Milão valorizavam 0,41% e 0,79% respetivamente. O IBEX madrileno subia 0,82%.

À exceção de Tóquio, que terminou a sessão com uma baixa de 0,26%, a generalidade das bolsas asiáticas foi suportada pelos dados animadores divulgados quarta-feira, véspera do Dia da Independência dos Estados Unidos, relativos ao mercado de trabalho neste país.

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